Duas coisas sobre a Vogue América:
1ª) a edição de maio publicou uma matéria incrível sobre o estilista Paul Poiret. As fotos lindíssimas, com a top Natalia Vodoanova, foram feitas pelo fotógrafo Steven Meisel. O texto está aqui. E quem postou primeiro foi o blog da groselha, que eu adoro.
2ª) a edição de junho segue o alto padrão de qualidade de sempre, PORÉM, chama a atenção a falta de criatividade das pautas. A atriz Keira Knightley aparece clicada por Arthur Elegort no Quênia, ao lado de uma tribo Masai. As imagens são lindas, mas quantas vêzes já vimos este mesmo editorial publicado nesta revista? Até a tribo é sempre a mesma! Se bobear, os Masai já estão mais escolados em editorial de moda do que muita modelo por aí.



SOU EU DE NOVO, A FÊ (logada como Cris…….)
Então, e eu que AMEI a foto da mamadeira gigante? Amei! Mas vejo ela vestindo aquela coleção tie-dye da Prada, que acho que também foi fotografada lá, né? Fora que não curto essa moça de jeito nehum……. mas a mamadeira gigante com o bebê elefante de mantinha LV é tuuuuuudo!
A foto é fofa mesmo. Mas vc se lembra da matéria que saiu na W, em que a moda era vestida PELOS PRÓPRIOS elefantes? Isso sim é que foi original.
Outra foto antológica que reúne elefante e moda é “Dovima with the Elephants”, do Richard Avedon, feita em 1955
Oi Bity
Adorei seus blogs!!! Estamos fazendo a assessoria de imprensa Rio da Mara Mac e queria lhe passar as novidades… Qual o seu email?
Bjs Ana Andreazza
Olá…
Louca pra ver a Vogue America e a matéria sobre o Poiret (anyway ele é grande parte do meu problema de pesquisa lá do Mestrado…).
Outro dia estava olhando algumas fotos de revistas da minha mãe - década de 70, outras coisas de 80 - e aí bate um cansaço. Porque, ok, tem sim aquele resgate de uma estética e aí é referência, acaba dando uma derrapada e ups, aconteceu de ficar muito parecido. A outra coisa é fazer igual, todo inverno - pra dizer uma estação - de dois em dois anos - pra chutar um intervalo de tempo - acontece uma repetição, com cara de “todo mundo viu”.
Isso é bem monótono.