o que se lê por aí?

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31Mar . 08 17:48

Neste final de semana conversei com um amigo (não é o caso de citar nomes) que trabalha numa das marcas que estavam em negociação com a holding I’M (Identidade Moda). Comentei com ele sobre o meu post (abaixo) que fala da pouca reverberação que o assunto teve na mídia especializada. E ele me disse uma coisa muito significativa sobre isso: que a maior parte dos compradores de lojas multi-marcas, clientes da grife, só tomou conhecimento do problema depois da publicação da matéria do Alcino, e de uma nota na coluna da Monica Bergamo, ambos na Folha de São Paulo. Uma matéria publicada no caderno de economia do Estadão, muito mais contundente (leia aqui), segundo meu interlocutor não teve o mesmo feedback.

Ou seja, dá a nítida impressão de que os lojistas do ramo da moda não tem o hábito de ler os cadernos de negócios dos jornais. Isso é tão sintomático do nível de amadorismo do mercado que nem preciso dizer mais nada.

Agora é esperar que todo esse imbroglio resulte em algum amadurecimento.  

2 comentários

  1. Thiene Barreto

    Oi, Biti! Sou repórter especializada em economia e com uma queda pela moda. Realmente é impressionante como tem muita gente no meio (e isso vale para profissionais da moda, empresários e para os próprios jornalistas que cobrem o assunto) que nem toma conhecimento das páginas de negócios dos jornais. Acho uma pena, porque temos matérias excelentes que mesclam a questão da criação e da profissionalização da moda brasileira que passam desapercebidas por aí… Beijos!

  2. Rebeca

    Triste. Não tem nem o que dizer. É MUITO triste perceber as conseqüências do amadorismo que permeia o mercado de moda…
    Ótimo post, adorei a observação, Biti.
    Um beijo,
    Rebeca

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