móbile

 Lino Villaventura: tecidos de teia, nervuras de inseto, equilíbrios de Calder, geometrias de Kandinsky.

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[fotos exclusivas feitas no backstage por Rogério Cavalcanti]

Para colocar palavras onde elas me faltam, convoco o poeta russo Maiakovski. Segue um trecho do poema “A Flauta-Vértebra”.

“Memória!
Convoca aos salões do cérebro
um renque inumerável de amadas.
Verte o riso de pupila em pupila,
veste a noite de núpcias passadas.
De corpo a corpo verta a alegria.
Esta noite ficará na História.
Hoje executarei meus versos
na flauta de minhas próprias vértebras.” 
Vladmir Maiakovski

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7 ideias sobre “móbile

  1. oi biti! sou sua fã há mt tempo, mas hoje tive que deixar um comentário – que combinação mais linda: moda e arte! e que fotos! aproveito p/lhe convidar p/conhecer o meu blog. seja mt bem-vinda! bjs!

  2. Oi Biti! Passei aqui para pesquisar uma coisa e acabei lendo o blog inteiro… Só queria dizer que está uma delícia de ler seus posts. Não é babação de ovo, não. Tem muita informação com uma dose de humor inteligente e nada afetada. Fico cada vez mais fã! Bjoooooo

  3. Meu Deus do céu Biti, quanta coisa eu já perdi por aqui!!! Que coisa linda é essa que o Lino usou em seus looks? Essas nervuras e tudo mais!? Amei.
    Agora que estou de férias na facul, vou colocar minhas leituras em dia, principalemnte do seu blog.
    Um gde beijo e ótima semana.

  4. Oi querida, que bom “escutar” um texto tão bem colocado sobre o desfile do Lino. Só você e Nina Horta conseguiram captar, a seu modo, a meu ver, o sabor do harlequim romance proposto por ele. Eas fotos do Rogério, sensacionais. Bjs, Jackson Araujo

  5. Oi Biti, adorei as fotos do Rogério! e seu texto! Incrível! para fazer uma colocação dessa precisa ter conhecimento. e vc tem! quando estavamos trabalhando esta coleção falei para o Lino: nossa tem Calder, Malevich,Cinetismo, construtivismo e tudo por acaso, nada pensado. e depois pelas coincidências fui me aprofundando no assunto e descobri que o Lino é um SAMORODOK-nasce de modo inesperado num meio onde nada fazia prever que pudesse desempenhar um papel importante. O Samorodok vê-se erguido a níveis que os simples mortais jamais atingirão apesar de suas virtudes, da sua inteligência, dos seus esforços, dos seus cursos universitários ou da sua riqueza.
    bjs regis

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