fim do intervalo

Estive super ausente do blog nas últimas semanas, mas agora retomo a atividade com vontade e energia redobradas!

Para recomeçar, já que estamos em plena temporada internacional de moda, assista ao vídeo da neozelandesa LadyHawke, cantando Paris is Burning –música fez parte da trilha sonora do desfile de primavera-verão 2009 da Chanel que aconteceu ontem, dia 3 de outubro, em Paris.

Para transportar a platéia até o lendário atelier da rue Cambon, Karl Lagerfeld mandou construir, no Grand Palais,  uma réplica em tamanho real da famosa fachada. Na passarela transformada em rua, as modelos desfilaram um pouco de tudo que representa o espírito de mademoiselle Coco: tailleurs de tweed, lindos vestidos de cocktail, detalhes de correntes,transparências e camélias. No final, entretanto, uma turma de rapazes encarnava fielmente o estilo pessoal do Kaiser Karl.

Para ler a crítica do desfile feita pela top jornalista Sarah Mower, clique AQUI.

Se você gostou do som da Ladyhawke e ficou com vontade de ouvir mais, visite o MySpace da moça.

[fotos: Alessandro Luciono/Style.com]

caracol

Olha que legal este novo projeto da Chanel! Descobri no blog recém-inaugurado, Por Uma Boa Arquitetura, do arquieteto Renato Salles.

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“Foi inaugurado neste mês, em Hong Kong, o Container de Arte Contemporânea Móvel da Chanel, com projeto da arquiteta iraquiana Zaha Hadid. Lançado na Bienal de Arte de Veneza do ano passado, finalmente o projeto abre suas portas e começa seu tour de 2 anos pela Ásia, Europa e América do Norte. Partindo da iniciativa do inventivo Karl Lagerfeld, e unindo-se à uma das mais criativas arquitetas atuais e mais de 20 grandes artistas plásticos, o pavilhão é uma grande experiência sensorial e espacial, em busca do estranhamento e a novidade de quem visita um país novo. Partindo da forma espiral constantemente encontrada na natureza, os espaços são fluidos e dinâmicos, e a exposição se desenrola em um fluxo centrípeto, levando a uma área de eventos no centro. A sensualidade escultural do edifício é conseguida graças a novos softwares de modelagem que oferecem fluidez no processo compositivo, e que têm respaldo das técnicas manufaturadas na hora da construção. As peças têm no máximo 2,5m de largura para facilitar sua desmontagem e transporte.


Zaha foi escolhida exatamente por quebrar com a estética pós-Bauhaus dominante até os dias de hoje de repetição de peças industriais ordenadamente, criando poesia com a arquitetura.” Por Renato Salles

A relação entre moda, arquitetura e arte foi citada hoje no Fashion Marketing, na primeira palestra do dia, com Maurizio Borletti, das lojas de departamento Printemps e da Rinascenti. Depois eu conto mais! ;-)