Na última sexta, comentei aqui que o novo blog da Zapping já estava no ar. E para comemorar o acontecimento, a marca faz hoje uma sessão pipoca –exclusiva para convidados–, exibindo o filme “Control” de Anton Corbjin. O filme, como muitos já devem saber, retrata a trajetória de Ian Curtis, vocalista da banda Joy Division.
O filme “Control” de Anton Corbijn, que fala da tragetória do lendário Joy Division, estreou ontem no Reino Unido e possivelmente vai ser axibido aqui em breve, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que acontece de 19 de outubro a 1º de novembro. Enquanto isso, ouça a versão do Killers para a música “Shadowplay”. Â
Poucas bandas, nos anos 80, tiveram tanta influência na cena musical quanto o Joy Division. O som soturno, tristonho, com batidas de bateria abafadas e letras cheias de angústia refletiam o sentimento de uma geração. Muita gente se inspirou neles, inclusive Renato Russo, no primeiro disco do Legião Urbana.
Depois da morte do vocalista, os outros integrantes criaram o New Order. E um novo capÃtulo da história da música.
Veja, aqui, uma entrevista com o diretor, legendada em inglês, com cenas do filme.
No fundo, acho que todo fã do Joy Division já se perguntou o que teria acontecido se Ian não tivesse dado fim à própria vida. A resposta fica a cargo da imaginação de cada um. Provavelmente, o New Order não existiria. Já pensou?
Foto: Dean Rogers
Memorabilia
Acima, fotos do livro “Pleasures and Wayward Distractions” de Brian Edge (1984).
Abaixo, detalhes das capas de Love Will Tear us Apart, Closer e Atmosphere, todas criadas pelo artista gráfico Peter Saville.
Do you cry out in your sleep
All my failings expose?
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just cant function no more?
When love, love will tear us apart again
A idéia, aqui no MODA SEM FRESCURA, é relacionar a moda com outras formas de expressão –música, fotografia, arte, consumo e cultura pop. Ao fazer esse cruzamento, inevitavelmente a visão muda: a moda não está mais no centro do mundo, o mundo é que está no centro de todas as modas.