Acabei de chegar em casa depois de assistir ao último desfile desta edição do SPFW, e encontrei uma dica preciosa do Shima, via twitter. É uma das palestras do TED –evento internacional que eu já mencionei aqui e ali– apresentada por Johanna Blakley e o assunto não poderia ser mais pertinente a esta época de fashion week, em que a moda parece estar em marcha lenta, com pouca criatividade circulando em suas veias.
Em “Lessons from fashion free culture”, a palestrante fala sobre a cultura da cópia, suas virtudes, fast fashion e criatividade. Boa reflexão!
Nestes tempos de comunicação via internet é comum usarmos, em emails ou conversas virtuais, aqueles símbolos gráficos que expressam conteúdo emocional: os emoticons.
Espécie de hieróglifo da era cibernética, o emoticon, ao contrário do que se pode imaginar, não é uma invenção recente. Há registros do uso do número 73 como símbolo de “amor e beijos”, em código Morse, por volta de 1857!
De lá pra cá, passado um século e meio, a tecnologia pode ter evoluído muito, mas o repertório afetivo humano continua basicamente o mesmo. No vídeo abaixo, Rives, um contador de histórias e escritor, mostra como é possível narrar uma história encantadora usando emoticons, humor e sensibilidade.
O vídeo de Rives foi apresentado na TED. Nunca ouvir falar?
Segundo a definição do próprio site, a sigla TED se refere a Technology, Entertainment e Design. Tudo começou em 1984 como uma conferência que reunia pessoas desses 3 mundos. Desde então seu espectro de abrangência aumentou bastante, incluindo temas como arte, ciência e negócios.
O evento acontece todo ano em Long Island, reunindo grandes pensadores e realizadores que são desafiados a fazer uma apresentação com 18 minutos de duração, no máximo.
O site, por sua vez, disponibiliza as melhores palestras para o público, gratuitamente. Vale a pena xeretar lá e ouvir o que os experts tem a dizer sobre temas tão variados. Mas é preciso entender bem inglês.
A idéia, aqui no MODA SEM FRESCURA, é relacionar a moda com outras formas de expressão: música, fotografia, arte, consumo e cultura pop. Ao fazer esse cruzamento, inevitavelmente a visão muda: a moda não está mais no centro do mundo, o mundo é que está no centro de todas as modas.